Metalúrgicos de empresa do setor de Defesa entram em greve em São José dos Campos
Metalúrgicos aprovam greve, em São José dos Campos. Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos Os metalúrgicos de uma empresa do setor de defesa instalada em ...
Metalúrgicos aprovam greve, em São José dos Campos. Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos Os metalúrgicos de uma empresa do setor de defesa instalada em São José dos Campos (SP), entraram em greve na manhã desta terça-feira (7). A paralisação foi aprovada em assembleia realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região. Segundo o sindicato, os trabalhadores reivindicam o aumento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), reajuste no vale-alimentação, o fim do banco de horas, pagamento de horas extras e a efetivação de funcionários temporários. A empresa informou que, embora o sindicato tenha anunciado a greve, as negociações permanecem em andamento e vêm sendo conduzidas pela empresa com seriedade e transparência (leia abaixo) Ainda de acordo com a entidade, a empresa Modirum Gespi manteve a proposta de pagar R$ 2 mil de PLR, valor que já havia sido rejeitado pelos trabalhadores. Para o vale-alimentação, a oferta foi de aumento dos atuais R$ 200 para R$ 350 em setembro e R$ 400 a partir de fevereiro de 2027. Agora no g1 Os trabalhadores pedem PLR de R$ 5 mil e vale-alimentação de R$ 800. Segundo o sindicato, a mobilização começou em 19 de junho, quando os trabalhadores aprovaram um aviso de greve. No dia 29 de junho, eles fizeram uma paralisação de uma hora e meia. Ainda segundo a entidade, a Modirum Gespi emprega cerca de 300 trabalhadores e atua no setor de defesa. Leia a nota encaminhada pela empresa ao g1: "A Modirum Gespi informa que, embora o sindicato tenha deflagrado movimento grevista, as negociações coletivas relativas ao PPR (Programa de Participação nos Resultados) permanecem em andamento e vêm sendo conduzidas pela empresa com seriedade, respeito, transparência e boa-fé. Reiteramos que desde o início das tratativas, a empresa tem atuado de forma comprometida, apresentando sucessivas propostas com o objetivo de viabilizar uma solução equilibrada, que contemple os interesses dos colaboradores e, ao mesmo tempo, preserve a continuidade das operações, a sustentabilidade do negócio e a manutenção dos empregos. Até o momento, a empresa não recebeu contraproposta formal por parte do sindicato. A Modirum Gespi respeita o direito de organização e manifestação dos trabalhadores e reafirma seu compromisso com o diálogo responsável e com a busca de uma solução consensual para o tema." Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina e